A escola passou por uma reforma em 2010 e agora em 2011 conta com a seguinte infra-estrutura:
· 10 Salas de aula;
· 03 Banheiros;
· 01 Sala da Biblioteca;
· 01 Sala do ESPIN com computadores novos e internet;
· 01 Secretaria;
· 01 Sala dos Professores;
· 01 Cozinha;
· 01 Quadra Coberta;
· 02 Salinhas para locação de materiais;
· 01 Pátio com mesas para refeição e palco para apresentações.
São 50 anos em que a comunidade da Cerâmica Reis, APP, Professores, Funcionários, Pais e Alunos trabalham juntos em prol da Comunidade Escolar EEF Profª Augusta Knorring. A escola leva o nome da 1ª Professora da Colônia Ithajay, Sofia Augusta Von Knorring.
Arquivo Histórico José Ferreira da Silva
Data de Nascimento: 16/08/1829
Data de Falecimento: 26/07/1898
SOBRENOME, Nome: KNORRING, Sofia Augusta von
Origem: Estocolmo Suécia
Destino: Brusque
SOBRENOME, Nome do cônjuge: KNORRING, Evert
Profissão: Professora
Descrição:
KNORRING, Sofia Augusta von
Nasceu em Estocolmo – Suécia no dia 16 de Agosto de 1829. Casou-se em 1849 com Evert von KNORRING nobre sueco. Descendia de uma família francesa. Von KNORRING era empregado da corte na Chancelaria. Quando ainda estudante em Upsala, a mais setentrional das universidades suecas, foi acometido de pneumonia e em seguida de tuberculose. A conselho médico embarcou para Santa Catarina que lhe fora recomendado como Estado de clima ameno, tendo obtido uma licença de 3 anos. Embarcou então com a esposa Augusta, em 1849 num navio norueguês, que trazia imigrantes para o Brasil. Passou o casal a morando em São Francisco do Sul, Joinville e Alvarenga. Recebia regularmente o ordenado do seu cargo. Ao fim desses 3 anos seguiu o casal para o Rio de Janeiro afim de regressar à Pátria. Na véspera porém da viagem, seu estado de saúde se agravou, de modo que partir seria no mínimo um ato de irresponsabilidade. Por isso resolveram permanecer no Brasil e administrar uma fazenda em Magé, ao fundo da Bahia de Guanabara, que possuía 10 escravos. KNORRING porém, estava sem forças para dar completo desempenho ao encargo e os escravos negavam-se a obedecer a esposa. Posteriormente nasceu uma filha chamada Mathilde (o casal teve outra filha com esse nome que morreu em Joinville com poucos meses). Passado um ano, resolveram regressar à Santa Catarina. Instalaram-se no Desterro, onde KNORRING lecionava latim, enquanto a esposa cuidava da costura e dos bordados. Sempre a procura de melhores ares o casal mudou para São Pedro de Alcântara, São José, Enseada de Brito, São Miguel (onde Augusta deu aulas particulares) e Tijuquinhas.
Em 1864 Von KNORRING falece e Augusta foi então nomeada professora pública da 1° escola feminina de Brusque. Seus irmãos em Estocolmo escreveram-lhe para que voltasse à Pátria, mas ela preferiu ficar no Brasil, cuidando de sua escola, pela qual tinha grande amor e dedicação.
Depois de 34 anos de magistério, sempre bem estimada por seus alunos e a população de Brusque, aposentou-se em 1895.
Veio para Blumenau, indo residir na companhia de sua filha, Mathilde, casada com Paulo Schwartzer. Faleceu no dia 26 de julho de 1898, de moléstia hepática. Foi sepultada no cemitério católico. Quando este cemitério foi arrasado, os restos da baronesa Augusta foram transferidos para o cemitério evangélico, o que motivou um protesto de um dos membros da comunidade, o ferreiro Richter. Augusta foi protestante, porém, para poder ser nomeada professora de Brusque teve que converter-se ao catolicismo. Seu óbito, declarado por Paulo Schwartzer, se acha registrado no livro n°2, folha 60, termo 42 do Cartório do Registro Civil, sendo o escrivão Paulo Seltzer. Foi o genro-neto, Oto Rohkohl, quem promoveu a transladação. Foi nomeada para a escola de Brusque em 30 de julho de 1861. Em 15 de Novembro de 62, foi efetivada no cargo, após ter prestado o exame.
VER – Blumenau em Cadernos n°6 TOMO III de 1961 e TOMO IV p.105
Fonte: http://www.arquivodeblumenau.com.br/pesquisa.php?busca=&categoria=&id=4079



Aspectos Físicos

