We are unique
beings acting in a diversity of cultures, we ought to be ethical
and competent to perform this difficult role: articulator of learnings.
To reach this unity in the diversity, we have to build a (cobweb)
network where ethics, sharing and autonomy must be the support
for a scholar management which is based on the humanization and
appreciation of both the educator and learned as unique beings
interacting in this diversity of cultures and ethical values.
Key-words: autonomy; ethics; management
1 - INTRODUÇÃO
Na sociedade globalizada, observa-se
cada vez mais a unificação das culturas, ou seja
sua massificação. Onde as grandes potências
tentam impor aos países em desenvolvimento sua cultura.
Esses países buscam sua valorização, mantendo
a unidade em meio à diversidade. Com a unificação
cultural, perdem parte das suas identidades, tornando-se submissos
e inferiores. Pode-se exemplificar da seguinte forma: em uma orquestra,
quanto melhor à música a ser apresentada, mais cada
componente da orquestra deverá tocar seu instrumento, valorizando
os diferentes sons na construção de uma mesma música.
Na sociedade, cada país deve ter seu espaço, enriquecendo
o planeta com suas diferenças culturais, construindo uma
sociedade onde todos tenham os mesmos direitos.
A globalização que
reforça o mando de minorias poderosas e esmigalha e pulveriza
a presença impotente dos dependentes, fazendo-os ainda
mais impotentes, é destino dado. Em face dela não
há outra saída senão que cada um baixe a
cabeça docilmente e agradeça a Deus porque ainda
está vivo. Agradeça a Deus ou à própria
globalização. Sempre recusei os fatalismos. Prefiro
a rebeldia que me confirma como gente e que jamais deixou de provar
que o ser humano é maior do que os mecanicismos que o minimizam.
(FREIRE, 1998, p.130)
Paulo Freire nos deixa uma mensagem
importante, precisamos lutar contras as injustiças existentes
em nossa sociedade, pois temos um compromisso ético enquanto
educadores e seres humanos de denunciar à opressão.
As pessoas são seres únicos, com uma bagagem cultural
e intelectual também única, ao se tornarem submissas,
perdem esta identidade que as valoriza enquanto ser humano e perdem
o verdadeiro sentido de suas vidas, passando a reproduzir valores
que não lhes pertencem. Seria o mesmo que ouvir uma música
de um CD pirata e um CD normal, o CD pirata perde sua essência,
qualidade na reprodução da música, enquanto
o normal mantém sua qualidade mesmo depois de alguns anos
de uso.
O educador no seu dia-a-dia tem um importante papel, imprescindível
à educação voltado para a autonomia e a valorização
da diversidade, a formação de cidadãos éticos
e autônomos. Uma educação fundada na ética,
na partilha, no respeito à dignidade e na própria
autonomia do educando deve ser uma busca diária do educador.
É preciso ser coerente, o discurso competente deve vir
acompanhado da ação pedagógica. De nada adianta
um discurso de autonomia e valorização do outro,
se o discurso não condiz com a prática. Neste contexto
de globalização, é preciso estar atento para
os discursos que visam estimular o individualismo e a competitividade.
Na convivência com os alunos (sujeitos sócios históricos)
e na postura que o educador assume perante os mesmos, é
que vai lhe permitir falar do respeito à dignidade e autonomia.
"É neste sentido que reinsisto, em que formar é
muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de
destrezas." (FREIRE, 1998, p.15)
Para isso, um projeto político pedagógico (PPP)
discutido e elaborado de acordo com os anseios de sua comunidade
escolar pais, alunos e professores torna-se um instrumento importante
e significativo na busca da autonomia e da ética no ambiente
escolar.
Autonomia que em grande parte precisa ser conquistada com competência
e partilha na execução das atividades. Professores
e gestores (diretores e coordenadores pedagógicos), muitas
vezes ficam de lados diferentes, medindo forças em determinadas
decisões, quando precisam uni-las. Uma escola só
caminha, quando possui unidade.
O gestor escolar tem a função de ser o articulador
das atividades escolares para a construção de um
PPP significativo para a sua realidade. Tarefa árdua para
uma só pessoa, não para uma equipe. Existe um velho
ditado que pode ser aplicado nestes casos que diz o seguinte:
"várias cabeças pensam melhor que uma só".
Quanto mais o diretor centralizar em si as decisões, mais
os problemas irão se acumular e se tornar difícil
à resolução dos mesmos. A autonomia e a solidariedade
devem estar presentes na gestão escolar, como fios que
sustentam e formam a teia da vida no ambiente escolar. Eles articulam
com a gestão escolar o caminhar na busca de numa educação
ética e autônoma.
2 - GESTÃO ESCOLAR
Vivemos num mundo de guerras,
violências contra o ser humano. Vivemos num mundo onde exclusão
social não é mais solucionável. Tem-se hoje
a necessidade constante de aprender para continuar qualificado
para o seu emprego.
"Todo mundo deverá estar aprendendo por toda a vida",
diz ASSMANN (1998, p.35).
Uma problemática bem atual, refere-se a tensão entre
os deveres da humanidade como um todo e os deveres e responsabilidades
de cada um de nós.
Falar sobre educação hoje é colocar em discussão
o papel da escola, e o P.P.P. ali construído. O aspecto
mais importante da crise escolar atual é que todos concordam
com a necessidade de se fazer mudanças estruturais que
atinjam a totalidade das relações pedagógicas.
É necessário reinventar a escola com base em um
novo paradigma.
"É preciso gestar um novo projeto político
pedagógico para a ação educativa escolar,
uma vez que o modelo conceitual que sustenta a organização
e a dinâmica da escola brasileira esgota-se hoje, pelo seu
distanciamento da realidade socioeconômico e cultural, tornando
o processo de ensino inadequado até mesmo para a reprodução
da ordem social. A própria perspectiva conservadora, defendida
pelas posturas chamadas neoliberais, exige, no nível do
desenvolvimento alcançado pela tecnologia, um novo tipo
de trabalhador". (SANTIAGO, 1990, p.157)
Se a escola precisa se reestruturar,
por onde devemos começar?
Parece-nos, que é pela humanização da educação.
Paulo Freire já falava na realidade pouco humana, desumana
em que mestres e a infância reproduzem sua existência.
Na necessidade em valorizarmos o profissional de educação,
pois ele é e sempre será uma peça fundamental
neste processo. Ele está em contato direto com o aluno.
Enquanto este profissional não estiver consciente da sua
importância no processo de formação de seus
alunos, que ele deve ser o primeiro, a ir a busca de novos paradigmas
na educação, muito pouca coisa teremos de sucesso.
Porém, precisamos investir nesses profissionais, valoriza-los
com políticas concretas, tornar atraente a carreira, motivando
os melhores profissionais a querer exercer a carreira e não
abandona-la como vem acontecendo. Aprovar um plano de carreira,
salário digno, formação continuada, condições
de trabalho dignas, acesso às modernas tecnologias. Dessa
forma estaremos honrando seu compromisso com a educação
e teremos como resposta o compromisso ético-profissional
dos docentes. O educador precisa refletir sua prática diária
para poder formar alunos reflexivos.
Necessitamos formar hoje alunos que saibam refletir suas práticas,
que sejam:
a) em primeiro lugar, leitores e escritores do mundo onde vivem;
b) pessoas que saibam trabalhar em grupo - partilhar e respeitar
o outro;
c) principalmente que busquem sua auto-formação.
Se conseguirmos estes três itens, estaremos com certeza
muito perto de atender as competências necessárias
para o pleno desenvolvimento do ser humano.
O trabalho em equipe, a autonomia e a solidariedade devem também
estar presentes no dia-a dia escolar.
"Se sei que o meu próximo é igual a mim, eu
não o mato, não o destruo, não deixo que
seja pobre, não deixo que tenha fome." (TORO, 2002,
p. 47).
Arroyo, faz uma reflexão
e também crítica aos gestores dos órgãos
públicos, que deveriam ter sua gestão voltada aos
excluídos pela sociedade, mas que, na verdade vem atendendo
na maioria das vezes, interesses políticos.
"Por que apenas a escola tem de ser democrática, incorporar
a participação das famílias, das comunidades,
dos amigos da escola e os órgãos gestores ficarem
intocados? O Estado e seus órgãos de direção
e controle têm de ser democratizados. A relação
do Estado com a sociedade, e dos órgãos e equipes
técnicas com as escolas pode ser também democrática."
(ARROYO, 2000, p.224)
Desta forma, constatamos que não apenas a gestão
da escola deve ser autônoma e solidária, mas toda
a gestão escolar, desde as secretarias municipais e estaduais
até o próprio MEC no seu destino de recursos. Criar
coletivamente uma nova cultura de gestão do público
pode ser anseio de propostas políticas pedagógicas
de escolas em todo país, com o encaminhamento das verbas
de educação diretamente para as APPs das escolas.
Desde a Lei nº 5692, o ofício de gestor que tinha
como referência o professor, acabou dividindo-se em duas
categorias: técnicos da educação e professores.
Com esta ruptura, a educação perdeu em qualidade,
pois em vez de um profissional com experiência na escola,
muitas vezes quem vem como gestor da escola é um político,
que conhece pouco o dia-a-dia escolar.
O depoimento de um gestor nos diz o seguinte:
"O gestor escolar deve ser um articulador, respeitar as pessoas
delegando funções e confiando no potencial das pessoas
que serão suas parceiras de trabalho. O gestor deve ser
democrático, autêntico. Ele não deve perder
de vista as metas de sua escola e trabalhar para que o processo
ocorra normalmente. O gestor precisa saber respeitar e ouvir o
desejo de todos. Tomar decisões e buscar o grupo para decidir
e assumir com ele, todas as responsabilidades que podem ser divididas.
Os maiores desafios do gestor hoje são:
a) falta de tempo para envolver-se com todos e tudo;
b) o medo da mudança e suas conseqüências;
c) delegar funções - acreditar na equipe;
d) lidar com os problemas do dia a dia, desde a merenda até
a higiene, limpeza da escola, alunos, professores, etc."
Entender o funcionamento dos vários
setores da escola é uma das grandes habilidades do gestor.
3 - A AUTONOMIA DA ESCOLA
A autonomia é uma das palavras
mais citadas nos planos de gestão escolar. É necessário
que se reflita sobre o conceito de autonomia. A autonomia não
pode ser entendida como transferência financeira, mas como
capacidade de agir independentemente do sistema. Muitas vezes,
os mesmos órgãos que dizem querer autonomia nas
escolas decretam eleições diretas para diretores,
mas as verbas para a auto-gestão acabam por cercear a prática
desta autonomia com normas e regulamentos burocráticos.
A respeito da eleição direta para diretor e não
a tradicional indicação política, teve resultados
comprobatórios demonstrando que a eleição
sozinha não democratiza, mas sim o que ela representaria
como parte de um processo participativo global, do qual ela é
apenas um momento significativo.
Conforme analisado por PARO (1997, p.30):
A aspiração de que com a introdução
da eleição, as relações na escola
se dariam de forma harmoniosa e de que as práticas clientelistas
desapareceriam, mostrou-se ingênua e irrealista, posto que
a eleição de diretores, como todo instrumento de
democracia, não garante o desaparecimento de conflitos.
Constitui apenas uma forma de permitir que eles venham à
tona e estejam ao alcance da ação de pessoas e grupos
para resolve-los.
Portanto, trata-se de uma área
que muito temos para aprender: como eleger o melhor e mais competente
profissional disponível para o cargo? como superar interesses
individuais e de grupos isolados, para manter a mobilização
em torno da qualidade da educação na escola?
Autonomia no contexto da educação, consiste na ampliação
do espaço de decisão, voltada para o fortalecimento
da escola como organização social comprometida reciprocamente
com a sociedade, tendo como objetivo a melhoria da qualidade do
ensino. Portanto, a autonomia política é mais importante
que a financeira, pois permite à capacidade de tomar decisões
compartilhadas e comprometidas para a resolução
dos problemas e desafios educacionais, assumindo a responsabilidade
pelos resultados dessas ações.
Não há modelos para o exercício da autonomia,
em vista do que, em cada escola e em cada momento de sua história,
ela se expressa de uma forma. A autonomia tem várias dimensões:
a financeira, a política, a administrativa e a pedagógica.
Trata-se de eixos que deve-se desenvolver concomitantemente, de
modo interdependente e a se reforçarem reciprocamente.
Essa autonomia se constrói
com autoridade, isto é, com sentido de autoridade competente.
Trata-se de uma autoridade intelectual (conceitual e técnica),
política (capacidade de liderar) e técnica (capacidade
de produzir resultados e monitorá-los). Assim como uma
cadeira de quatro pernas, sem um delas perderia sua função,
do mesmo modo, a falta de equilíbrio no desenvolvimento
da autonomia da escola, prejudica a realização de
sua função. (LÜCK, 2000, p.25)
Com esse movimento de aumento
da competência e autonomia da escola exige maior competência
da gestão, em vista da formação de gestores
escolares passa a ser uma necessidade e um desafio para os sistemas
de ensino. Recaem, portanto, sobre os sistemas de ensino a tarefa
e a responsabilidade de promover, organizar e até mesmo,
como acontece em muitos casos, realizar cursos de capacitação
para a preparação de diretores escolares.
"Essa responsabilidade se torna mais marcante quando se evidencia
a necessidade de formação contínua, complementarmente
à formação inicial." (MACHADO, 1999,
p.103)
O trabalho de gestão exige,
pois o exercício de múltiplas competências
específicas. Que conhecimento o gestor de escola necessita
para exercer bem sua missão? Não existem respostas
fáceis para esta questão, pois com a eleição,
a questão da formação e do conhecimento fica
relegado a um segundo plano, e o conhecimento gerado na prática
precisa ser constantemente construído, pois as pessoas
mudam, causando uma descontinuidade no processo.
4 - ÉTICA E SOLIDARIEDADE
A Ética diz respeito à
realização do homem como homem. Ora, a auto-realização
é inseparável da hétero-realização
(realização do outro). Quem ama os outros também
ama a si mesmo.
A ética é uma área da filosofia que estuda
os valores morais. O homem é um ser moral. Se ele é
um ser no mundo, também só se realiza na coexistência,
naturalmente têm que existir regras que coordenem e equilibrem
essa relação.
TARKOVSKI apud TELES (1996, p.24),um cineasta e poeta russo, diz:
A experiência do autoconhecimento
e moral representa para cada um o único objetivo da vida
e, em termos subjetivos, ela é vivenciada, a cada vez,
como algo novo. O homem está eternamente estabelecendo
uma correlação entre si mesmo e o mundo, atormentado
pelo anseio de atingir um ideal que ele percebe como um tipo de
princípio fundamental, sentido intuitivamente. Na inatingibilidade
de tal fusão, na insuficiência do seu próprio
eu encontra-se a fonte perpétua de dor e da insatisfação
humana.
O reconhecimento dos outros homens é o principal motivador
da conduta individual.
A solidariedade é um fato - ainda que não muito
reconhecido e compreendido, pela sociedade e deve se tornar também
um imperativo ético. O conceito solidariedade pode ser
visto de dois ângulos distintos: como um fato e uma necessidade
de interdependência na vida social, um conceito associado
à coesão social. Para ASSMANN (2000, p. 75):
"a atual forma de gerenciamento da economia pautada no conhecimento
está gerando uma exclusão social que está
comprometendo a própria capacidade da sociedade de se manter
coesa e se reproduzir como uma sociedade".
O segundo sentido de solidariedade
apresentado nos PCNs é mais normativo ou propositivo. É
um chamado à superação da exclusão
e da segmentação sociais através de uma educação
que contribua para a aprendizagem de competências de caráter
geral e que leve as pessoas a praticarem a solidariedade. Neste
aspecto, a solidariedade é vista como uma atitude capaz
de respeitar as diferenças e se interessar pelos problemas
da coletividade, principalmente dos que estão sofrendo
mais com a situação.
5 - CONSIDERAÇÕES
FINAIS
A humanização da
educação se faz presente em nossos dias, precisamos
de uma virada da educação para formas de conhecimento
e de comportamento mais ético. ASSMANN apud CHARDIN (2000,
p.226) diz a seguinte frase: "O progresso de uma civilização
se mede pelo aumento da sensibilidade para o outro."
A solidariedade precisa tornar-se objeto de desejo das pessoas,
pois desta forma estaremos apostando num futuro socialmente mais
justo para todos. A sensibilidade do ser humano precisa ser a
principal meta deste novo educar.
Chega de lamúrias e descaminhos na educação,
vamos arregaçar as mangas e construir uma escola, onde
haja lugar para todos, onde educador e aluno sejam companheiros
na construção e reconstrução de conhecimento.
Onde o professor recupere sua imagem de educador e não
mero repassador de conteúdos, seja respeitado e que saiba
respeitar.
"Não pode fazer o bem aos outros quem não está
de bem com a própria vida; não pode melhorar o mundo
quem não sabe como começar a amá-lo assim
como ele é." (ASSMANN, 2000, p.19)
A educação é
vista como uma prática comprometida com a construção
e a emancipação sócio-histórica das
pessoas e com a sua humanização. A globalização
uniformizadora, dominação e opressão, características
da sociedade vigente a impostura anti-ética da divinização
do mercado, e a privatização do saber produzem a
barbárie e a exclusão social, o terrorismo de grupos
e de estado.
Reinventar a educação, o sonho, a alegria, na construção
do novo, da parceria e da ética (solidariedade).
6 - REFERÊNCIAS
ARROYO, Miguel. Ofício
de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis (RJ): Vozes,
2000.
ASSMANN, Hugo; SUNG, J. M. Competência
e sensibilidade solidária: educar para a esperança.
Petrópolis: Vozes, 2000.
ASSMANN, Hugo. Metáforas
novas para reencantar a educação. 2. ed. Piracicaba:
Unimep, 1998.
CHARDIN, Teilhard. O papel cognitivo
e social da sensibilidade. In: ASSMANN, Hugo; SUNG, J. M. Competência
e sensibilidade solidária educar para a esperança.
Petrópolis: Vozes, 2000. Cap. 7.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários
à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,
1988.
FRANCO, Divaldo Pereira. Valores
éticos e estéticos. In: TELES, Maria Luiza Silveira.
Filosofia para jovens: uma iniciação à filosofia.
8. ed. Petrópolis (RJ): Vozes,1996.
LÜCK, Heloisa. A evolução
da gestão educacional, a partir de mudança paradigmática.
Disponível em:<http://www.novaescola.com.br> Acesso
em: 15 nov. 2000.
MACHADO, A. L. Gestão educacional:
tendências e perspectivas. São Paulo: Cenpec,1999.
MORIN, Edgar. Os sete saberes
necessários à educação do futuro.
São Paulo: Cortez; Brasília: Unesco, 2000.
PARO, Vítor Henrique. Gestão democrática
da escola pública. São Paulo: Ática, 1997.
SANTIAGO, Anna Rosa F. Projeto
pedagógico, cultura popular e compromisso político.
Contexto & Educação, ano 5, n.º 18, Ijuí,
1990.
TORO, Bernardo. Precisamos de
cidadãos do mundo. Revista Nova Escola, n.º 149, São
Paulo: Abril, 2002.