Construtores de pipas
Nesta semana, as turminhas do 3º ano A e B da escola Ayres Gevaerd estudaram, de forma muito divertida, mais um gênero discursivo: o manual de instruções. E para consolidar os conhecimentos sobre sua principal função social, foram construídas Pipas.
O projeto contou com a ajuda do professor Áurio, que cortou todas as varinhas de bambu, utilizadas para a construção da pipa. Além disso, alguns alunos colaboram para a compra de papel de seda, que foi dividido por todo o grupo. Enfim, foi uma grande lição de solidariedade, afim de que cada um pudesse construir a sua pipa.
Esse trabalho envolveu todo o grupo, e o aluno Luiz deu uma colaboração mais que especial, pois com sua prática e facilidade, auxiliou todos os amigos e a professora. Com muita rapidez, fez várias pipas, passando a corda, amarrando as pontas, colocando a rabiola, entre outras funções.
Na hora de soltar houve muita alegria e interesse de toda a escola! Vários alunos, de outras turmas, paravam para ajudar, perguntar e trocar ideias. Foi incrível! E a todo momento ouvia-se: “ Foi o melhor dia de minha vida!”, “Que dia legal”!, “Que massa empinar pipa”! “Meu pai disse que também fazia pipas quando era criança!”.
Infelizmente, algumas pipas não levantaram voo, devido a alguns problemas, que foram discutidos pelos próprios alunos, eles próprioschegaram às seguintes conclusões:
- corda inadequada;
- falta de vento;
- papel incorreto;
- linha fraca;
- rabiola mal feita;
- rabiola curta;
- varinhas mal amarradas;
- pouco espaço para correr com a pipa;
- fita durex colocada em algumas pipas;
Esse trabalho necessitou de muito empenho e paciência de toda a turma e envolveu também a aula de educação física. Concluímos que será necessário mais um momento para a construção de novas pipas, e já estamos pensando em outros modelos cujos nomes são: arraia, asa delta, albatroz, maranhão e carambola. Até pensamos em convidar os pais, para relembrar os tempos em que eram crianças! Afinal, que menino nunca empinou uma pipa?
Professora Adriana Fischer Ribeiro
BRusque, 06/06/11 - n0209/2011


